Seja o que Ele quiser...
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Retiro...
Seja o que Ele quiser...
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Um exemplo de Madre Teresa
Hoje decidi colocar um texto que foi publicado por um amigo blogger, João Baptista, e que pode ser consultado aqui. O texto é muito belo e vale a pena ser lido:De repente, elas se depararam com um indigente moribundo abandonado na rua. Madre Teresa parou, ergueu-o e levou-o de volta para a casa delas. Neste dia, elas não viram o Papa, representante de Cristo na Terra, mas encontraram alguém maior - o próprio Cristo, na pessoa do indigente."
Pe. Rufus Pereira
Livro Jesus: um Mestre ao alcance de todos. Editora Canção Nova.
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Já só falta um mês
Ainda hà dois meses foi o Natal e de hoje a um mês já é a Páscoa... Realmente o tempo passa com uma rapidez... Por falar em Páscoa, a minha este ano tem tudo para ser muito boa. Por si só já gosto dela: cá na minha aldeia, nesse dia, todas as pessoas visitam os amigos e familiares, conversam e convivem, etc. é muito bom... Mas como disse, este ano vai ser ainda melhor, pois na quarta-feira a seguir à Páscoa (dia 26) vou, pela primeira vez, em Peregrinação à Terra Santa. Já há dois anos que me fizeram a proposta e fui sempre impedida de ir por diversas razões, vamos lá ver se é desta... Já só falta um mês, espero que desta vez não tenha nenhum impedimento...
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
"O padre foi dar-lhe Benuron"
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Aristides, o Grande...
Foi grandioso o nosso Cônsul Aristides de Sousa Mendes, mas nunca foi devidamente reconhecido por Protugal. Católico convicto, não hesitou em salvar pessoas de outra religião. "Prefiro estar com Deus contra os homens que com os homens contra Deus", justificava.
Ao contrário, em várias partes do mundo várias foram as homenagens prestadas a esse grande português que sozinho salvou mais de 30 000 pessoas durante a II Grande Guerra.
- Em 2004, data do seu cinquentenário, 30 cidades celebram a memória de Aristides de Sousa Mendes.
- Nos jardins do Museu do Holocausto de Jerusalém, existe uma ala, que se chama a Ala dos Justos, na qual estão plantadas 12 mil árvores em memória dos 12 mil homens e mulheres até hoje encontrados, que salvaram judeus durante a II Guerra Mundial. Entre todas essas árvores, existe uma, mais alta do que as outras, que tem o nome de Aristides de Sousa Mendes.
- Para as autoridades do Yad Vashem - Museu do Holocausto de Jerusalém, Aristides de Sousa Mendes é o homem que, individualmente, mais vidas humanas salvou, como se sabe, cerca de 30 mil, das quais mais de 10 mil judeus.
Acabou por ser punido pela sua desobediência a Salazar e a 3 de Abril de 1954 morre «pobre e desonrado», no Hospital da Ordem Terceira, em Lisboa...
MANTA DE RETALHOS
Palavras que ferem;
Gestos que magoam;
Pensamentos que doem;
Silêncios que se notam.
Existem...
Lágrimas que purificam;
Abraços que aquecem;
Sorrisos que iluminam;
Cheiros que não se esquecem.
Existem...
Pessoas que amamos;
Pessoas que nos marcam;
Pessoas que não recordamos;
Pessoas que nunca esquecemos.
Existem...
Sombras que nos perseguem;
Sonhos que acalentámos;
Medos que nos atormentam;
Amores que consolámos.
Existem...
Distâncias que encurtam;
Momentos que se estendem;
Sentimentos que duram;
Recordações que não se apagam.
Existem...
Dias inesquecíveis;
Horas marcantes;
Minutos inexplicáveis;
Segundos estimulantes.
Existe em nós uma manta de retalhos
Feita em cada entrega;
Bordada em cada partilha;
Cozida em cada vivência;
Alinhavando cada prega.
Uma braçada amiga
Escrito por Pinguim Alegre
http://pinguimalegre.blogspot.com/
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Um Cego
Dizem que havia um cego sentado numa calçada de Paris com um boné a seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia:"Por favor, ajude-me, sou cego".
Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas de moedas no boné. Sem pedir licença, pegou no cartaz, virou-o, pegou no giz e escreveu outro anúncio.Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi-se embora.Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu as pisadas e perguntou se havia sido ele quem reescreveu o seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali. O publicitário respondeu:
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Ver e tocar
Th.M.
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Madre Teresa de Calcutá
Sabedoria Indiana
"Tudo está ligado, como o sangue que une uma família. Todas as coisas estão ligadas. O que acontece à Terra recai sobre os filhos da Terra. Não foi o homem que teceu a trama da vida. Ele é só um fio dentro dela. Tudo o que ele fizer à teia estará fazendo a si mesmo."
Maus Pais
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Porquê a Quaresma?
Esses quarenta dias que precedem a Semana Santa, são colocados pela Igreja para que cada um de nós se prepare para a maior de todas as Solenidades litúrgicas do ano, a Páscoa, a grande celebração da Ressurreição de Jesus, a vitória Dele e nossa sobre o Mal, sobre o pecado, sobre a morte e sobre o inferno.
A celebração litúrgica não é mera lembrança do passado, algo que aconteceu com Jesus e passou, não. Jesus esta´ presente na Liturgia. O Catecismo diz que: “Pela liturgia, Cristo, nosso redentor e sumo-sacerdote, continua em sua Igreja, com ela e por ela, a obra de nossa redenção.” (§1069). Isto é, pela Liturgia da Igreja Ele continua a nos salvar, especialmente pelos Sacramentos, e faz tornar presente a nossa redenção.
Mas, para que o cristão possa se beneficiar dessa celebração precisa estar preparado, com a alma purificada e o coração sedento de Deus. A Igreja recomenda sobretudo que vivamos aquilo que ela chama de “remédios contra o pecado” (jejum, esmola e oração), que Jesus recomendou no Sermão da Montanha (Mt 6, 1-8) e que a Igreja nos coloca diante dos olhos logo na Quarta-feira de Cinzas, na abertura da Quaresma.
A meta da Quaresma é a expiação dos pecados; pois eles são a lepra da alma. Não existe nada pior do que o pecado para o homem, a Igreja e o mundo.
Todos os exercícios de piedade e de mortificação têm com objectivo de livrar-nos do pecado. O jejum fortalece o espírito e a vontade para que as paixões desordenadas, especialmente aquelas que se referem ao corpo (gula, luxúria, preguiça), não dominem a nossa vida e a nossa conduta. A esmola socorre o pobre necessitado e produz em nós o desapego e o espojamento dos bens terrenos; isto nos ajuda a vencer a ganância e o apego ao dinheiro. A oração fortalece a alma no combate contra o pecado. Jesus recomendou na noite de sua agonia: “Vigiai e orai, o espírito é forte mas a carne é fraca”. A Palavra de Deus nos ensina: “É boa a oração acompanhada do jejum e dar esmola vale mais do que juntar tesouros de ouro, porque a esmola livra da morte, e é a que apaga os pecados, e faz encontrar a misericórdia e a vida eterna” (Tb 12, 8-9).
“A água apaga o fogo ardente, e a esmola resiste aos pecados”(Eclo 3,33). “Encerra a esmola no seio do pobre, e ela rogará por ti para te livrar de todo o mal” ( Eclo 29,15).
Jesus ensinou: “É necessário orar sempre sem jamais deixar de fazê-lo” (Lc 18,1b); “Vigiai e orai para que não entreis em tentação” (Mt 26,41a); “Pedi a se vos dará” (Mt 7,7) . E São Paulo recomendou: “Orai sem cessar” (I Ts 5,17).
Quaresma é pois tempo de rompimento total com o pecado. Alguns pensam que não têm pecado, se julgam irrepreensíveis, como aquele fariseu da parábola que desprezava o pobre publicano (Lc 18,10 ss); mas na verdade, muitas vezes não percebem os próprios pecados por causa de uma consciência mal formada que acaba encobrindo-os. Para não cairmos neste erro temos de comparar a nossa vida com aqueles que foram os modelos de santidade: Cristo e os Santos.
Assim podemos nos preparar para o Banquete pascal glorioso, encontrando-se com o Senhor ressuscitado e glorioso com a alma renovada no seu amor.
http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/category/conversao/
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Absolutamente sem comentários
BARRO NAS MÃOS DE DEUS
Há dias em que sinto a minha existência tão frágil e quebradiça como uma peça de barro:fatiga-me a luta por viver, por crescer,por aprender, por ser livre.Experimento as dificuldades da comunicação e cansa-me ter que suportar os problemas dos outros.E sonho, então, com um mundo que seja um paraíso em que reine a concórdia e harmonia,em que as relações humanas sejam fáceise as palavras “guerra, violência, dor” tenham desaparecido.Vejo-me encostada, à sombra de uma árvore livre da dureza do trabalhoda preocupação pelos meus irmãos das tensões da responsabilidade,do esforço de ser eu mesma.Mas, quando oiço os velhos relatos do Génesis apercebo-me que esse meu sonho não coincide em nada com o de Deus e que esconde as palavras enganosas da serpente.
Por trás da linguagem do mito o que oiço é que o meu ser está amassado com barro e alento,e que Deus e a terra são as minhas raízes.O segredo da minha alegria é confiar em Deus,saber que Ele deseja a minha intimidade e a minha escuta que me visita cada tarde, com o dom da sua presença.
Pai Nosso
Pai nosso invisível que estás nos céus,seja santificado em nós o Teu Nome,
porque no Teu Espírito Santo,
Tu próprio nos santificaste.
Venha a nós o Teu reino
reino prometido a quantos amam Teu amor.
Tua força e benevolência repousem sobre teus servos
aqui em mistério e lá na tua misericórdia.
Da mesa que não se esgota
dá alimento à nossa indigência
e concede-nos a remissão das culpas
tu que conheces a nossa debilidade.
Nós te pedimos:
salva aquilo que criaste
e livra-o do maligno que busca o que devorar.
A ti pertence o reino, o poder e a glória, ó Senhor.
Não prives da tua bondade os teus santos.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Os Dez Mandamentos de Como Viver Bem Com os Outros
Sempre diga menos do que pensa.
Cultive uma voz baixa e suave.
A maneira como se fala muitas vezes impressiona muito mais do que aquilo que se fala.
II - Pense antes de fazer uma promessa e depois não dê importância ao quanto lhe custa.
III - Nunca deixe passar uma oportunidade para dizer uma coisa meiga e animadora a uma pessoa ou a respeito dela.
IV - Tenha interesse nos outros, em suas ocupações, seu bem-estar, seus lares e famílias.
Seja alegre com os que riem e lamente com os que choram.
Deixe cada pessoa com quem encontra, sentir que você lhe dispensa importância e atenção.
V - Seja alegre.
Conserve para cima os cantos da boca.
Esconda as suas dores, deus desapontamentos e inquietações sob um sorriso.
Ria de histórias boas e aprenda a contá-las.
VI - Conserve a mente aberta para todas as questões da discussão.
Investigue, mas não argumente.
É marca de ser superior… discordar e ainda conservar a amizade.
VII - Deixa as suas virtudes falarem por si mesmo e recuse a falar das faltas e fraquezas dos outros.
Desencoraje murmúrios.
Faça uma regra de falar coisas boas aos outros.
VIII - Tenha cuidado com os sentimentos dos outros.
Gracejos e humor não valem a pena e freqüentemente magoam quando menos se espera.
IX - Não faça caso das observações más a seu respeito.
Só viva de modo que ninguém acredite nelas.Nervosismo e indigestão são causas comuns para maledicência.
X - Não seja tão ansioso a respeito de seus direitos.
Trabalhe, tenha paciência, conserve seu temperamento calmo, esqueça de si mesmo e receberá a sua recompensa.
domingo, 10 de fevereiro de 2008
A ORAÇÃO E O SILÊNCIO
A ORAÇÃO, em nosso dia-a-dia, deveria ser algo simples e natural. Deveríamos acordar, passar o dia e, ao nos recolhermos, à noite, entregar-nos à oração. Pela oração alcançamos graças. Pela oração pacificamos a agitação interior e acalmamos o bulício mental.Quando começamos a orar, parece que tudo está agitado, mas, com o passar dos minutos, a mente se acalma e podemos nos concentrar melhor. Apenas precisamos de uns quantos minutos, reservados, para orar.
O silêncio que se busca na oração é o interior e cada um precisa treinar-se em silenciar os “barulhos” e “conversas” internas.
Jesus: o deserto e a tentação
Antes de iniciar sua vida pública, logo após ter sido baptizado por João no rio Jordão, Jesus passou 40 dias no deserto. Esse retiro de Jesus mostra a necessidade que Ele teve em se preparar para a missão que O esperava. Contam os Evangelhos que no deserto Jesus era conduzido pelo Espírito, o que quer significar que vivia em oração e recolhimento, discernindo a vontade de Deus para Sua vida e como actuaria a partir de então. No tempo que passou no deserto Jesus teve uma profunda experiência de encontro com o Pai. E, tendo vivido intensamente esse encontro, foi tentado pelo diabo.
O diabo tenta Jesus nas coisas simples, nas vontades mais básicas: a saciedade da fome, o desejo de poder e riqueza, no querer ser superior a tudo e a todos. Sentimentos que todos – homens e mulheres – carregamos em nossos corações. Sentimentos que não são ilícitos se canalizados para os seus devidos fins, mas cuja linha que separa o bom do mau fim é tão ténue que só a vida no Espírito é capaz de reconhecer e não nos deixar escapar.
Foi por ser plasmado no Espírito, configurado pelo Revelador, que Jesus pode resistir às tentações que o diabo lhe apresentou. Diabo que não é uma figura lendária, mas o desejo que existe dentro do nosso próprio coração e que existiu dentro do coração daquele que era Deus, mas que foi homem em plenitude. Porém, a divindade que existia em Jesus venceu a humanidade e conseguiu, assim, superar o Mal.
Da experiência no deserto certamente Jesus carregou consigo a certeza de que muito facilmente o Mal nos invade e estraga o que Deus planeja para cada um. A certeza de que Ele era apenas o Filho e não o Pai, e que, enquanto Filho, cabia-Lhe a missão de levar o amor do Pai a cada um de seus irmãos terrenos. A certeza de que a vivência no Espírito é a salvação para um mundo cuja oferta de valores diverge em muito daquilo que o Pai oferece. A certeza de que são necessários muitos outros desertos para que se possa tomar o distanciamento, para que se possa ver com os olhos da alma e os olhos de Deus, para que se possa sentir o calor do Espírito no coração, para, então, enfrentar a missão e poder ser testemunho vivo do Senhor.


