quinta-feira, 10 de abril de 2008

Para ler e pensar sobre a vida.....

OS 3 ÚLTIMOS DESEJOS DE ALEXANDRE O GRANDE
Quando à beira da morte, Alexandre convoca os seus generais e o seu escriba e relata a estes seus 3 últimos desejos:
1 - que seu caixão seja transportado pelas mãos dos mais reputados médicos da época;
2 - que seja espalhado no caminho até seu túmulo, seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...);
3 - que suas duas mãos sejam deixadas balançando no ar, fora do caixão, a vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, pergunta a Alexandre a razão destes. Alexandre explica então:
1 - Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão, para mostrar aos presentes que estes NÃO têm poder de cura nenhuma perante a morte;
2 - Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3 - Quero que minhas mãos balancem ao vento, para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos, de mãos vazias partimos.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

RECEITA: CHAMAMENTO

Nesta semana das vocações, volto a publicar uma receita muito original, que ao mesmo tempo, me faz reflectir sobre mim mesma...

Ingredientes:

- um quilo de senso comum.
- três quartos de quilo de decisão (também se podem empregar coragem, entusiasmo)
- uma boa dose de alegria e optimismo. Pode acrescentar-se uma boa mão cheia de esperança.
E o mais importante:
- quantidades maciças do amor de Deus e dos irmãos.


Como prepará-la:

- para fazer esta receita não são precisas muitas coisas, mas é preciso levá-la a cabo.
- mistura-se o amor de Deus com o senso comum, de modo que fiquem bem penetrados
um pelo outro.
Então acrescenta-se decisão.
- Espera-se um tudo nada até fazer liga. Se os ingredientes estiverem bons, não demora.
Deitar uns pós de optimismo.
- Deixa-se descansar um pouco, tendo o cuidado de não expor a mistura ao mundanismo
ou ao antagonismo, que poderiam estragar a massa.
- Serve-se com um sorriso, o qual poderá durar todo o tempo.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Beta

Olá Beta, muito obrigada pelas tuas palavras. O objectivo deste blog é ajudar-nos a sentirmo-nos tocados pela mensagem do Senhor e se os posts te tocam, como a mim, então o objectivo é alcançado. Agradeço o desejo de boa viagem, que deixaste. Devo dizer que este destino entrou nos meus sonhos, de uma forma mais notória há cerca de 3 anos, desde essa altura e de uma forma mais presente de há 2 anos a esta parte, que vinha a sonhar com a viagem e não saí defraldada. Vai pensando em realizá-la, é possível, se nós o quisermos. Garanto que vale o investimento e como referi quando cheguei, é uma viagem em que os frutos não se colhem de uma só vez, vão se colhendo ao longo da vida, é pelo menos a convicção de outras pessoas que já a efectuaram e a minha convicção por outras experiências que tenho realizado. Bjs e vai passando pelo blog serás bem vinda

domingo, 6 de abril de 2008

O que tem Deus preparado para aqueles que O amam?

Era uma vez, numa terra muito semelhante à nossa, dois canários. Eram aves de penugem muito bela. As suas cores exibiam a perfeição da Criação em toda a sua glória. Todo o seu corpo estava perfeitamente desenhado para uma das suas verdadeiras vocações: voar.
E as suas gargantas, por sua vez, produziam aquela melodiosa harmonia, que constituía outra das suas grandes vocações: cantar... encerrar num breve trinar todo o sentido do Universo.
Acontece que estes canários não viviam felizes. Desde que eram uns pequenos ovos, lançados inclementemente na Existência, haviam sido encerrados numa apertada gaiola por um velho muito mau, que gostava de enfeitar a sua mansão com os pássaros que aprisionara. Tal destino fora partilhado pela sua mãe e, invariavelmente, por todos os antepassados de que se pudessem lembrar.
Nessas gaiolas, os nossos pequenos heróis não podiam voar e o seu canto era cinzento e insípido.Um dia, apareceu um menino. Chamava-se Emanuel e tinha muito bom coração. Muitas vezes, quando passava pela mansão do velho, este menino condoía-se dos pássaros que via encerrados nas gaiolas, cujas sombras se insinuavam por entre as janelas. Por isso, Emanuel invadia muitas vezes o território do velho para libertar alguns prisioneiros. Naquele dia foi a vez dos canários.
Emanuel entrou, muito de fininho, para que ninguém se apercebesse da sua entrada, excepto os próprios que se iriam beneficiar da liberdade. Abriu a porta da gaiola. Imediatamente os canários esvoaçaram da gaiola para o cimo de um armário que havia ali ao pé. Emanuel apontou-lhes um objecto esquisito e disse:
- Usem aquilo! Usem aquilo se querem ser livres!
Entretanto, o velho apareceu e deu uma sova valente em Emanuel. Mas este não se importou. Suportou valentemente as dores porque sabia que o seu sacrifício não seria em vão se tivesse conseguido salvar os canários. Depois, ambos saíram do quarto onde se encontravam.
Ora os canários não percebiam muito das coisas humanas. Eram demasiado vastas e grandiosas para as suas cabeças pequeninas. Mas conseguiram perceber as intenções de Emanuel quando este apontou para o objecto. Ora este objecto assustava os canários porque era rectangular como a sua gaiola original e brilhava com uma intensidade tal que cegava.
- Vamos! - disse um canário.
- Vamos onde? - replicou o segundo.
- O menino disse que, se queríamos ser livres, deveríamos usar aquele objecto!
- O quê? Acabaste de sair de uma gaiola e já te queres meter noutra?
- Mas... mas se fosse uma gaiola o menino não teria dito que...
- Se calhar ele apenas nos quer engaiolar, na vez do velho!
- Não acredito que alguém que se sacrificou tanto para nos libertar quisesse apenas engaiolar-nos de novo!
- Pois, mas de qualquer forma, que importa? Já estamos livres, não é?
- Será?
- Então, não vês? Olha só este lugar! Está cheio de coisas bonitas!
De facto, a casa do velho, embora sombria, tinha muitos móveis e bugigangas cuja riqueza dourada e púrpura seduzia qualquer um que se perdesse a contemplá-las. Sobre uma mesa havia uns chocolates. Disse o segundo canário:
- Vês? Até tem comida! E é a mais deliciosa que eu já comi! Agora que fomos libertados, podemos viver como reis! Agora esta mansão é nossa! Por que nos haveremos de arriscar a seguir umas instruções cujo resultado é incerto quando tudo isto está à nossa imediata disposição?
- Não sei... mas vou arriscar!
Dito isto, o primeiro canário voou rumo ao objecto estranho, enquanto o segundo permaneceu no topo da mesa. O canário que permaneceu em breve acabou os chocolates e ficou demasiado gordo para voar. As coisas brilhantes e preciosas não lhe valeram. Em boa verdade, ele estava ainda preso, porque a mansão nada mais era do que uma grande gaiola. O velho viu-o e encerrou-o novamente numa gaiola pequena até ao fim dos seus dias. Quanto ao primeiro, safou-se. O objecto rectangular e brilhante não era uma gaiola, era uma janela. Deste modo, ele ganhou o Céu infinito, onde pôde voar e cantar para sempre!
História cedida por Kephas, desconheço o autor

Por vezes temos o Céu ao nosso alcance, mas temos medo de arriscar, preferimos ficar comodamente instalados, com o que já temos, do que partir para o incerto, mesmo quando esse incerto representa o caminho que nos conduzirá à verdadeira liberdade.

sábado, 5 de abril de 2008

Ainda a Terra Santa

A foto de despedida do grupo

A profissão de fé de um jovem judeu, tal como Jesus fez

Terra Santa.... que saudades...

Aqui ficam algumas fotos da peregrinação...



Aqui estou eu com a cidade de Jerusalém como pano de fundo

Momentos muito importantes os da Eucaristia...





O muro ocidental (das lamentações), à noite



Também deixei lá a minha oração...



À entrada da Igreja da Natividade...

quarta-feira, 2 de abril de 2008

De volta...

Olá amigos!
É verdade, já estou de volta... Como se costuma dizer, o que é bom, acaba depressa!
Antes de mais, agradeço as vossas mensagens, é muito reconfortante receber os ecos de gente que partilha o mesmo desejo de busca incessante do Senhor! Pois bem, cheguei hoje, de uma viagem muito cansativa fisicamente, mas ao mesmo tempo muito marcante...

Muitas vezes queremos colher os frutos na altura da sementeira, mas sou da opinião de que quanto maior é o amadurecimento, de melhor qualidade será o fruto. Não sei ao certo que frutos colherei das sementes que lá semeei, mas todos nós somos um projecto único de Deus e, na mesma medida, também a nossa vivência da fé é única, pelo que espero que esta experiência que vivi de forma única, e da qual não consegui ainda ter consciência da sua real dimensão, de alguma forma me ajude a viver uma fé mais adulta, mais comprometida com Aquele que num acto de loucura, aos olhos humanos, entrega a Sua vida por mim, por todos nós, para que nós possamos ter uma Vida libertadora.
Peço pois ao meu Senhor, que na Sua infinita misericórdia, me ajude a trilhar caminhos que me levem até Ele.

Aproveito também para lembrar que o dia de hoje também é muito especial pois lembramos a memória do muito amado Papa João Paulo II, que neste dia 2 de Abril partiu para a presença do Pai. Pelo que lhe peço que interceda por nós, para que também nós saibamos dar o testemunho de Jesus Cristo, como ele soube fazer tão bem…

terça-feira, 25 de março de 2008

Terra Santa

Finalmente chega o dia...

Dentro de umas horas, estarei a embarcar rumo à Terra Santa. A viagem decorrerá de 26 de Março a 2 de Abril, motivo pelo qual farei uma pausa nas publicações no blog (será por muito boas razões, como compreendem!!!).

Prometo dar noticias, quando chegar...

segunda-feira, 24 de março de 2008

domingo, 23 de março de 2008

“E viu e acreditou”

“Então, entrou o outro discípulo que chegou primeiro ao sepulcro: e viu e acreditou. Pois ainda não tinham compreendido que, conforme a Escritura, Ele devia ressuscitar dos mortos”.

E viu que tudo aquilo que Jesus falara era verdade e que a verdade os libertava, como o vento dissipa as nuvens carregadas e limpa o pó que se acumula nos caminhos.

E viu que tudo aquilo que viveram com Jesus iluminava-lhes toda a vida, como o sol potente do meio-dia, como a lua cheia nas noites densas.
E viu que o Deus que Jesus revelara era realmente Pai, porque só um pai pode amar com um amor tão intenso como a pulsão da vida.

E viu que o que acontecera na praia, no dia da pesca milagrosa, tinha sido muito mais do que um convite a uma nova vida, mas a uma intimidade total com o Senhor, assim com o sal se confunde com a areia que costeia o mar.

E viu que aquilo que Jesus dissera sobre quem seriam os bem-aventurados da terra era uma nova lei, uma lei de amor que se anunciava tão forte e naturalmente como o tempo dá ao mundo seu ritmo, fazendo-o evoluir e ser, caminhar e crescer.

E viu que o pão multiplicado a partir do quase nada e distribuído ao povo que a Jesus seguia não era apenas comida, mas o anúncio do único e verdadeiro alimento, que fazia a comunhão de amor e presença entre os homens e seu Salvador, como se tivessem um só coração.

E viu que aquele nazareno que vivera com eles durante três anos, como andarilho e pobre, era plenamente homem, era plenamente Deus, e lhes revelara quem era e quem eram eles, assim como se revela um segredo e se entrega um tesouro, na gratuidade de uma paixão que não se explica.

E viu que a loucura da cruz não encerrava a utopia de um rei coroado de espinhos, com ceptro de vara, flagelado, injustiçado, traído, como as trevas escondem as lágrimas e a vergonha, como o silêncio abafa os soluços e os gemidos.

E viu que o túmulo aberto, os panos deixados, o sudário abandonado não eram obra humana, nem fruto maldoso do poder e da mentira, mas era o que ninguém havia bem entendido e, agora, nas primeiras horas daquele dia que seria para sempre o primeiro, se tornava claro e enorme, como um imenso céu aberto, sem fim, sem mácula.

Ele viu como nunca havia visto, porque seus olhos estavam completamente abertos pela verdade do Ressuscitado. Era como se fosse o primeiro dia da criação, porque a vida era nova, porque Deus misericordioso voltava a conversar com os homens no jardim do Éden, porque a morte perdera seu posto maldito e iluminava-se de eternidade.


E viu e acreditou.



Jesus Ressuscitado, Senhor da vida, tira a trave de nossos olhos incrédulos e faz com que vejamos o túmulo vazio e que, crendo completamente confiantes em Ti, corramos para anunciar aos irmãos que estás vivo no meio de nós.

sábado, 22 de março de 2008

O coelhinho da Páscoa

Tradução: “Pai, preciso da tua ajuda para encontrar onde fala sobre o coelhinho da Páscoa na Bíblia”

Qual é o seu primeiro pensamento quando te falam que a Páscoa está a chegar, sinceramente?
Pergunte isso pra qualquer criança, a resposta será essa: “Folar, doces, etc!”

Para a maioria das pessoas, a Páscoa é apenas mais um feriado ou apenas mais um dia pra comer chocolates… não há sentido!
Mas… e para nós, o que a Páscoa representa?
Para nós, crentes em Cristo, a Páscoa representa a grande vitória do Senhor Jesus sobre a morte, a redenção do pecador arrependido, a demonstração mais clara do amor de Deus pela sua criação. Essa é a Páscoa verdadeira…

Nessa data em que o povo de Israel lembrava a expiação dos primogénitos através do sangue de um cordeiro puro, Deus marcou e mudou para sempre a história da humanidade… o sacrifício perfeito e definitivo do cordeiro santo de Deus: Jesus Cristo, dá ao homem a segunda oportunidade… a oportunidade de ser chamado filho do Altíssimo!

Cristo, o Rei dos Reis, triunfou majestosamente sobre a morte… ressussitou e levou o Seu sangue para diante de Deus. Através desse sangue, hoje podemos declarar: Somos livres por causa da paixão de Cristo, já não há mais condenação!!!
Glórias a Jesus, o autor da Páscoa.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Tríduo Pascal

Quinta-feira

Dia em que celebramos a Última Ceia de Jesus com os seus amigos.

Durante ela Jesus instituiu a Eucaristia, que nos mandou repetir para O tornar presente no meio de nós. Encomendou esta tarefa aos Apóstolos, constituindo-os, assim, sacerdotes. Por isso, é também o dia do Sacerdócio.

Sexta-feira

Jesus leva a Sua Missão até ao fim: dá a Sua Vida, como testemunho supremo do Amor de Deus por nós.

A Sua Cruz ganha um valor único para a humanidade: é o Instrumento da nossa Redenção. Todo o nosso olhar estará centrado na Cruz de Jesus.

Sábado Santo – Solene Vigília Pascal

Nesta noite revivemos o que dá sentido ao nosso ser cristãos: Jesus venceu a morte. Ele é a nossa Luz que ilumina os nossos caminhos… Jesus é a nossa Vida! Damos largas à nossa Alegria. Entoamos Aleluias de Festa. Esta é a grande noite baptismal. Dela vive a nossa Fé.

quarta-feira, 19 de março de 2008

"Felizes os que escutam a palavra de Deus e a põem em prática." (Lc. 11, 28)

Que maravilha de pensamento!!!

O Bom Pastor

Uma ovelha encontrou um buraco na cerca e, por ele, escapou, satisfeita por ver-se, afinal, bem soltinha. Caminhou muito tempo e perdeu o caminho da volta para casa. Só então percebeu que o lobo faminto a seguia de perto.Correu, assustada, sempre perseguida pelo lobo. Felizmente, o pastor chegou a tempo de a salvar da fera. Levou-a para casa com muito carinho.E, apesar dos conselhos dos amigos que viram o facto, o pastor recusava fechar o buraco da cerca por onde a ovelhinha fugira.
(desconheço o autor)


Podemos retirar deste conto os seguintes (e outros) ensinamentos:

- Apesar dos conselhos dos amigos, o pastor recusou-se a fechar a ovelhinha. Esta já tinha aprendido por experiência que é preciso cuidado.

- Também Cristo, o Bom Pastor, nos apascenta nas boas pastagens, mas deixa-nos livres e nunca nos abandona.

- A liberdade é um grande dom. O importante é que as pessoas saibam ser responsáveis, utilizando-a para o bem. Somos livres para amar e servir.

Vai tu por mim

Um homem tinha o costume de dizer todos os domingos de manhã à sua mulher:
- Vai tu à igreja e reza lá por nós os dois.
Aos amigos dizia:
- Eu não preciso de ir à igreja: a minha mulher vai por nós os dois.
Uma noite, este homem teve um sonho. Encontrava-se com a sua mulher à porta do Paraíso e esperava para entrar.
Lentamente, a porta abriu-se e uma voz disse à sua mulher:
- Tu podes entrar pelos dois!
A mulher entrou e a porta fechou-se. O homem ficou tão assustado que acordou. Não contou a ninguém.
Mas quem ficou mais surpreendida foi a mulher quando, no domingo seguinte, ao chegar a hora da Missa, o marido lhe disse:
- Hoje vou à igreja contigo!

domingo, 16 de março de 2008

Domingo de Ramos

A Semana maior do ano inicia-se com o Domingo de Ramos onde a Paixão do Senhor ganha protagonismo. Acompanhamos os passos de Jesus, na versão de Mateus, para o lugar da sua morte, entre sofrimentos, desilusões, e uma morte apenas compreensível pelo seu fim redentor. Morrer para dar a vida. Morrer para acabar com o homem velho e dar sentido à Nova Aliança. Para todos nós trata-se de um convite à contemplação, na semana em que fazemos memória do mistério pascal de Jesus. É, ao mesmo tempo, tempo de luz e tempo de trevas. A trama da Paixão, segundo Mateus está marcada pelo Sal 22 (o martírio do Justo) e o oráculo de Is 53 (a condenação do servo de Javé) de que Jesus procura demonstrar o cumprimento em Cristo. Uma vez chegado a Jerusalém, Jesus começa a oferta de toda a sua existência. Depois da chegada jubilosa, eis que começa o processo de condenação. Para que se faça "a tua vontade", numa sequência que conduz até à morte e morte de cruz, a mais deplorável das condenações. Mas a tragédia do Gólgota fecha-se em Mateus, com uma mensagem de esperança. Na voz dos que se fazem presentes, surge um reconhecimento: na verdade, este homem era "Filho de Deus"…
Edições Salesianas

sexta-feira, 14 de março de 2008

1000 visitas!!!

Olá amigos. Pois bem, hoje foram atingidas as 1000 visitas ao blog.
Ao criá-lo, no final do ano passado, nunca esperava ter uma aceitação tão positiva e já com alguns "frutos" colhidos em tão pouco tempo. A todos os amigos que vão passando pelo blog: João Batista, Arnaldo, Kephas, Marta Silva, Celina, Yelva Toledo, Irina e Cristiano e todos os anónimos, que de alguma forma se vão deixando inquietar, tal como eu, pela mensagem salvífica de Jesus, o meu sincero MUITO OBRIGADA!!!

terça-feira, 11 de março de 2008

Google e Jesus

Encontrei no http://www.jc-etc.blogspot.com/ uma meditação interessante:


O Google com todo o seu conhecimento disse uma grande verdade, quando fazemos a pesquisa de imagens com a palavra Deus, ele podia sugerir Buda, Alá... mas não, ele diz para tentarmos Jesus. Faz como o Google experimenta Jesus também.

domingo, 9 de março de 2008

Deixa-te sentir...

"Escuto mas não sei
se o que oiço é silêncio
ou Deus

Escuto sem saber se estou ouvindo
o ressoar das planícies do vazio
ou a consciência atenta
que nos confins do universo
me decifra e fita.

Apenas sei que caminho como que
me é olhado, amado e conhecido
e por isso em cada gesto ponho
solenidade e risco."

Sophia de Mello Breyner Andresen

sábado, 8 de março de 2008

Perdão

Encontrei um texto muito bonito sobre a importância do perdão que não resisti a colocá-lo aqui:


Uma das palavras chaves da Quaresma é o perdão. Perdoar é uma possibilidade da alma que nos aproxima inacreditavelmente da capacidade de sermos como Deus. Não é ignorar um mal cometido, como se fosse fácil esquecer, sem mais, o facto de não termos dado amor como devíamos. Tem a ver com as nossas faltas de verdade e isso deixa marcas.

Mas perdoar tem a marca de um recomeço, de um continuar no caminho autêntico. É uma capacidade de integrar os lados escuros da Vida e fazer deles referências de luz e esperança. É ter na pele uma dor que já não quer voltar a ser sentida, mas antes acariciada.

As minhas experiências de perdoar e ser perdoado aumentam a minha verdade. Fazem acreditar que sou acreditado... e isso é muito consolador. Por isso, o tempo de Quaresma dá este espaço vital de aproximarmos a nossa verdade da luz de Deus, de sermos mais capazes de amor. E porque não a confissão? É a possibilidade de ter nas mãos muitas certezas...